segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

domingo, 5 de setembro de 2010

LITERATURA INFANTIL

ZEQUINHA, FLU-FLU E A FLOR

Autora:Vilma Ferreira Bueno


Zequinha tinha um bichinho de estimação, um besourinho chamado Flu-flu. Para que Flu-flu tivesse um lugar para morar, Zequinha construiu-lhe uma casinha numa caixinha de sapatos, fazendo janelinhas na tampa para que ele pudesse respirar.
Certa tarde, Zequinha saiu passear com seu bichinho, por um caminho estreitinho no meio da floresta, quando de repente tropeçou e caiu. Ao cair, a caixa se abriu e Flu-flu fugiu, voando, voando e perdendo-se pela floresta a dentro.
Zequinha triste foi atrás de Flu-flu, caminhando distraído pela mata, ouviu uma vozinha fraquinha, pedindo socorro: Zequinha, Zequinha, estou com sede! Era uma plantinha bem murchinha, que estava quase morrendo!
Zequinha saiu correndo até um riozinho que descia por entre as pedras, em meio as árvores e com suas pequenas mãos, juntou um punhado de água e deu para a plantinha tomar.
A noite foi chegando e Zequinha não achando mais o caminho de volta para a sua casa, pôs-se a chorar. Chorou, chorou até que adormeceu encolhidinho, sendo coberto por uma das pétalas da flor que havia desabrochado da plantinha que regou.
Seus pais desesperados com o sumiço de Zequinha, saíram a sua procura mata a dentro encontrando-o dormindo tranqüilo, agasalhado pelas pétalas da flor e sendo ninado pela música das asas de Flu-flu.Ao avistar seus pais saiu correndo e os quatro voltaram para a casa e foram felizes para sempre...

"O SENTIDO DA VIDA"

Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.


Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

Cora Coralina

domingo, 1 de agosto de 2010






"Ouvi dizer que anjos tecem pétalas sob o brilho das estrelas pra que ao amanhecer você se encante com o perfume da vida."Sirlei Passolongo

terça-feira, 13 de julho de 2010

Bach: Cantata, BWV 147, Jesu, Joy of Man's Desiring

PLANTE SEU JARDIM E REGUE SUA ALMA

"Plante seu jardim e regue sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores"... William Sheakspeare

sábado, 10 de julho de 2010

Estrelas que me sorriem

Toda vez que olho as estrelas tenho a impressão de que as pessoas que amo estão em cada uma delas olhando pra mim... E fico fascinada pelo brilho que recebo de cada estrela que me sorri... Então fecho os olhos e desenho no céu o rosto de cada uma com os dedos como se pudesse senti-las aqui. (Sirlei L. Passolongo)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Richard Clayderman - Feelings

IMAGINAÇÃO PULSANTE

Ainda que haja um oceano a nos separar
Não é suficiente para impedir que meus pensamentos divaguem até você..
Toco a tela do computador num devaneio de estar tocando em ti
Ouço a sua voz nas palavras que escreves
Numa fala intensa de sentidos e desejos
Inspiração pura, imaginação viva e pulsante
Ondas de calafrios perpassam meu corpo
Esperança de uma realidade incerta
Um dia, quem sabe...?
Gosto de ficar de olhos fechados, imaginando, sonhando...
E em sonho, vejo você sorrindo esse seu sorriso lindo!
Num toque mágico,
Imagino você me abraçando
Ofegante de desejo....
Carinho intenso
Amizade, amor, ternura
Risos de alegria, rolando na grama, na cama...
Voamos ao infinito num louco delírio..
Anjos aplaudindo.....
Lua iluminando nosso amor
Haverá uma sinfonia a tocar em nossa homenagem...
O sonho não tem limites. Vamos sonhar...

Pétala Brasil

quarta-feira, 7 de julho de 2010

CAMINHOS DO CORAÇÃO

A estrada que me leva ate você
É a mesma que me afasta...
Na ida eu vôo, sinto o vento
Ansiedade doendo nefasta.
Na volta me arrasto, sinto a lagrima
Levo a saudade por companheiro...
Na ida o tempo se faz preguiçoso
Maltratando-me o desejo.
Na volta a solidão me faz companhia
Em minha pele viaja teu cheiro...
Minhas mãos ainda sentem teu calor.
Na boca a marca do teu beijo.
A lembrança do brilho de teu sorriso
Não ofusca minhas ilusões...
Sonho acordado ao som do motor.
Misturo estações, rádios e canções.
De meus lábios brota silenciosa prece
Para jamais me perder nos desertos...
...De tua ausência.


(AlexSimas)

terça-feira, 6 de julho de 2010